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Mediunidade Universalista, isso é real?

Quando falamos em mediunidade é muito comum associarmos a uma religiosidade, sempre com dogmas e regras muito rígidas e difíceis de acompanhar.

Muitas pessoas sentem a necessidade de desenvolver as percepções mediúnicas, a busca de entender mais sobre si e sobre o universo, buscando a conexão com amparadores e com espíritos ascensos que poderão ajudar em seus caminhos de evolução.

A verdade que muitos evitam dizer é que mediunidade deve ser leve e fácil a todo ser humano. Ela não precisa ser associada a uma religião ou outra, pois é uma capacidade adormecida em todos os seres, que só precisa ser exercitada para aflorar. Parece simples quando pensamos desta forma não é mesmo? Mas é!

Universalismo é congregar de uma corrente de pensamento que não professa uma religião específica e admite que cada religião carrega em si pontos de vistas sobre as Verdades Divinas que podem auxiliar e apoiar à fé, e por esse motivo, todas devem ser respeitadas.

Alguns de nós se afiniza mais com a mensagem religiosa de uma ou outra denominação. Outros de nós preferimos um misto de visões e mensagens de denominações religiosas distintas. E outros de nós não nos sentimos à vontade com nenhuma mensagem de nenhuma religião, mas ainda assim temos uma visão empírica e pessoal sobre como se colocar e fazer parte desse universo, desse planeta e dessa sociedade.

O fato é: a prática demonstra que algumas pessoas preferem participar de uma corrente doutrinária, para praticarem sua fé; e algumas outras preferem ligar-se diretamente a Deus, sem intermediários e sem pertencer a nenhuma congregação, praticando sua fé ao seu modo.

Não existe o jeito certo. Existe a preferência de cada um e, a Mediunidade Universalista, entende que respeitar profundamente (e não somente tolerar) as preferências de religiosidade de cada um é um passo positivo para o crescimento consciencial, tanto individual quanto coletivo. Respeitar é evoluir!

Assim, no caso de uma pessoa que se denomina universalista, temos nela um indivíduo que se permite estudar diversas religiões, bem como mesclar sua compreensão metafísica com os estudos científicos, psicológicos e filosóficos, a fim de fazer a sua própria síntese sobre o que é a vida e como deve se conectar a Deus.

Portanto, ser um Médium Universalista nada mais é do que ser alguém que se conecta as várias verdades do universo por meio da mediunidade a fim de aprender com os diversos Mestres Espirituais as várias verdades criadas por Deus.

Te convidamos então a conhecer nossa proposta de Mediunidade Universalista, um curso semipresencial e modular que lhe proporcionará uma experiência mediúnica inigualável e indescritível, onde somente sentindo e se desenvolvendo você poderá compreender.

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Espiritualismo e Universalismo

Imagens de Menorah, Buddha, Cristo e Ganesha

Muitas pessoas utilizam a denominação Espiritualista ou Universalista para se definirem religiosamente de uma maneira diferenciada do espírita, do umbandista, do católico, do evangélico e de outras denominações.

Buscando ampliar a compreensão dos termos, vamos investigar mais a fundo os significados deles, para então apoiar o conceito que também se aplica aos trabalhos que realizamos na Casa de Miguel.

Espiritualismo é uma denominação comum a várias doutrinas filosóficas e/ou religiosas, e tem como fundamento básico a afirmação da existência do espírito (ou alma) como elemento primordial da existência, bem como sua independência e primazia sobre a matéria. É o contrário de materialismo, que só admite a existência da matéria. Estão presentes no Espiritualismo Moderno os conceitos de karma e reencarnação.

Universalismo é a crença doutrinária de que todos os humanos estão destinados à Salvação Eterna, em virtude da Bondade de Deus e que existe um Deus Único para todos independentemente de Religiões.

Portanto denominar-se Espiritualista Universalista é especificamente congregar de uma corrente de pensamento não-religiosa e anti-materialista, focada nos estudos de diversas religiões, bem como dos estudos científicos, psicológicos e filosóficos, a fim de que cada um faça sua síntese pessoal a partir de suas próprias experiências.

É importante ressaltar que essa corrente de pensamento não deve ser tomada como uma “mistura mística”, “colcha de retalhos”, nem tão pouco uma “salada esotérica”, pois não se restringe a apenas “conhecer” os diversos pontos de vistas e sim algo mais profundo, mais consciencial, mais íntimo, experienciando em sua própria vida cada gota de ensinamento, para que se torne “sabedoria interior”.

Entretanto, essa condição de liberdade consciencial e independência espiritual exige um certo nível mínimo de cultura geral, de conhecimentos, de autoconhecimento e principalmente de autoestima elevada para que o indivíduo não se perca diante de tantas possibilidades ou caia no simplismo de “se apegar a uma crença, seja ela qual for”. Pertencer a um grupo espiritual não é apenas uma questão de se sentir bem, pois você pode se sentir bem e não evoluir em nada ao mesmo tempo.

Um grupo produtivo, que visa a evolução, tem que ser baseado na diversidade e é nesse contexto que entra a Casa de Miguel Arcanjo, por ser um Templo que proporciona um ambiente onde “várias línguas” se conversam e aprendem, sempre sob a orientação de dirigentes experientes e entidades espirituais que usam uma linguagem clara e assertiva. Então, vamos contribuir com um pouco mais de cultura, nos textos abaixo:


Um pouco de História

– A crença na existência uma alma ou espírito, além de seres extrafísicos, surge primeiramente nos fins do período Paleolítico (há cerca de 22 mil anos a.c.), expressa pela prática de rituais de fertilidade feminina, sepultamento dos mortos e nos cultos aos ancestrais.

– Esses cultos e rituais permaneceram presentes nas civilizações do período Neolítico em diante:

– A francesa Joana d’Arc (1412-1431) afirmava ouvir “vozes sagradas” desde menina e entre elas destacavam-se as de São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida de Antioquia, que a incentivavam a lutar contra os ingleses.

– Giordano Bruno, na obra “Il Candelaio” 1582, regista a sua convicção da possibilidade de conversar com os mortos.

– John Dee (1527-1608) foi um matemático e astrólogo inglês que testemunhou a comunicação com os anjos através de médiuns.

– Jakob Böhme (1575-1624) foi um filósofo e místico luterano alemão que passou por experiências espirituais em toda a sua juventude, culminando em uma epifania no ano de 1600 que teria lhe revelado a estrutura espiritual do mundo, assim como as relações entre o Bem e o Mal. As suas ideias conquistaram muitos seguidores em toda a Europa e os seus discípulos ficaram conhecidos como os boehmistas.

– Emanuel Swedenborg (1688-1772) foi um cientista e filósofo sueco que durante 25 anos redigiu 14 trabalhos de natureza espiritual. Ele é considerado o pai do Espiritualismo Moderno.

– Franz Anton Mesmer (1734-1815) descobriu o que chamou “magnetismo animal“, também referido como “mesmerismo“.

– Justinus Kerner (1786-1862) publicou em 1830 o relato de suas observações sob o título “Die Seherin von Prevorst, Eröffnungen über das Leben – Menschen und über das Hineinragen einer Geisterwelt die unsere” (“A vidente de Prevorst, considerações iniciais sobre a vida interior do ser humano e a intervenção de um mundo dos espíritos no nosso”).

– As irmãs Fox – Catherine “Kate” (1838–1892), Leah (1814–1890) e Margaret (1836–1893). Em 1848 a família começou a ouvir sons de pancadas inexplicados. Kate e Margaret realizaram sessões de canalização numa tentativa de contato com a suposta entidade espiritual que promovia os sons e declararam ter estabelecido contato com o espírito de um mascate que fora alegadamente assassinado e enterrado sob a casa. Um esqueleto, posteriormente encontrado na cave pareceu confirmar isso. As irmãs Fox tornaram-se imediatamente em celebridade. Suas demonstrações de comunicação com os espíritos incluíam principalmente batidas e pancadas e Kate tinha também a mediunidade de escrita direta, psicofonia, luzes espirituais, materialização e poltergeist.

– Andrew Jackson Davis (1826-1910) sem qualquer educação científica foi capaz de produzir livros muito complexos para a sua época. Ditava os seus textos enquanto se encontrava em um estado de transe profundo e adquiriu nos Estados Unidos uma reputação de médium e de magnetizador.

– Na França, o professor Hippolyte Léon Denizard Rivail (depois chamado de Alan Kardec) interessou-se pelo moderno espiritualismo quando ouviu falar das Irmãs Fox, mas o seu primeiro contato com o fenômeno foi por meio das mesas dançantes ou mesas girantes, dos salões de Paris, em 1854. As explicações para a causa deste, do mesmo modo que o sistema filosófico delas derivado, constituiu a base da chamada Doutrina Espírita (que Rivail também denominou como “espiritismo”, tendo sido a primeira oficialização desse termo, por isso a doutrina espírita é o único verdadeiro espiritismo).

– Atualmente a Parapsicologia vem investigando fenômenos paranormais, como a reencarnação. Um expoente dessas pesquisas é o professor Jim B. Tucker da Universidade da Virgínia (EUA).

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Por que estudar espiritualidade?

Muitos de nós chegamos aos estudos espiritualistas através do fantástico!

Fatos fantásticos, inexplicáveis ou sobrenaturais que ocorrem em nossas vidas despertam tanta curiosidade que nos sentimos impelidos a buscar uma explicação.

Infelizmente, no senso comum, acredita-se que os estudos espiritualistas (de maneira geral) são simples, como um jogo de respostas de sim ou não, com regras simples e bem definidas, como o conceito de que “se alguém não gosta de você significa que vocês tem um karma para resolver de vidas passadas”. Isso é tão superficial quanto dizer que o sentido da vida é o trabalho.

Se o sentido da vida é o trabalho, então as criança devem se preparar para ele e os anciãos devem se beneficiar dele, mas, na prática, a vida ainda tem sentido na saúde, no aprendizado, na família, no lazer, nas realizações pessoais que não tem nada a ver com fazer algo externamente.

Então, se você se antagoniza com alguém, a resposta sempre será as vidas passadas? Será mesmo? Será que o antagonismo não vem desta vida mesmo? Será que a pessoa vê em você o reflexo de alguém (outra pessoa) que ela não gosta? Será que não é só impressão sua? Será que não se trata apenas de diferenças entre a sua personalidade e a da outra pessoa? Será que ela não está sofrendo uma obsessão espiritual? Será que ela é assim só com você ou com todo mundo?

São tantas as possibilidades que não se pode resumir uma questão como essa a uma simples receita de bolo.

Alguém pode dizer que não acredita em espiritualidade, mas ela existe, independentemente de que se acredite ou não nela.

Há pouco tempo poderíamos dizer que o “teletransporte” era coisa de ficção científica ou uma “bobagem” de algum espiritualista que acredita em coisas que não existem. Pois é, cientistas dedicados à física quântica já conseguiram fazer isso em laboratório, transportando uma partícula de um lugar para outro. Isso mesmo, ela some de um lugar e aparece em outro, e ainda mais, pode até estar nos dois lugares ao mesmo tempo. (clique para ver a matéria)

Alguns poderiam dizer que transformar chumbo em ouro é coisa de contos de fadas ou delírio de velhos alquimistas. Pois é, cientistas nos EUA fazem isso desde 1980 em aceleradores de partículas, e não só ouro como outros elementos também, provando que é possível. (clique para ver a matéria).


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Mas enfim, não queremos aqui mudar a opinião de quem está resoluto em não acreditar e sim, fortalecer o posicionamento de quem quer ESTUDAR sobre espiritualidade, consciência humana e fenômenos sobrenaturais!

Eis a questão! Os estudos espiritualistas não são feitos de receitinhas de bolo…

São assuntos e mais assuntos, tomando uma extensão tão grande quanto qualquer outra matéria do conhecimento humano sobre a natureza.

Em mim esse caminho foi natural, pois, sempre as informações foram chegando e eu (com essa cabeça de cientista que não me larga), fui ao longo dos anos juntando informações, testando-as na prática, descantando aquilo que não procede e amoldando o que é real, mesmo que não seja tão palpável à maioria das pessoas.

jesus ensinandoPara a maioria das pessoas os fenômenos espirituais são como procurar planetas fora de nossa galáxia. Sabemos que eles existem, mas não conseguimos vê-los.

Outras, querem que esses estudos e práticas resolvam certas situações do seu dia a dia que nada tem a ver com a espiritualidade, mas sim, com o “fazer” e a “competência para fazer”. Como na máxima comumente usada: como você quer arrumar um emprego sem sair para entregar seus currículos!

Os estudos espiritualistas servem para fazer o ser humano se encontrar com sua própria natureza íntima e a natureza Divina das coisas que nos circundam. Serve para dar “brilho à vida”, sabendo-se que não somos como máquinas, que são programadas para executar aquela rotina.

Também serve para questões mais imediatas como ajudar a si ou a alguém a se livrar das drogas, das depressões, das “mortes internas”, da solidão, o desânimo, da maldade (aquilo que nos faz mal). Isso é o lado Fé e que está presente em todas as religiões.

Porém, para quem quer encontrar um sentido na vida além da Fé, precisa se aprofundar nas Ciências Espirituais e, é aí que entra o foco da Casa de Miguel, oferecendo a todos um Novo Ponto de Partida.

Grande abraço,

Daniel Souza

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Um Olhar do Paraíso e outros filmes espíritas para o feriado

Pra você que está pensando em curtir um filminho no feriado e quer aliar o aconchego do lar com os aprendizados sobre o lado espiritual, uma ótima pedida são os filmes espíritas e relacionados.

Já faz um bom tempo que a temática espiritualista vem ganhando força no cenário cinematográfico e a cada dia mais e mais filmes de qualidade são lançados.

Filmes nacionais baseados nos livros de Chico Xavier e livros espíritas vem sendo produzidos, tais como: Nosso Lar, Chico Xavier – O Filme, Bezerra de Menezes: O Diário do Espírito, E a Vida Continua… e O Filme dos Espíritos.

Além deles, temos os clássicos Ghost – Do Outro Lado da Vida, Amor Além da Vida e O Sexto Sentido.

O filme que recomendamos foi produzido por Steven Spielberg e dirigido por Peter Jackson, dois gigantes do cinema, que juntos também mergulharam na temática.

Trata-se do filme Um Olhar do Paraíso, inspirado no livro best-seller “Uma Vida Interrompida – Memórias de um Anjo Assassinado” de Alice Sebold.

A história se passa em 1973, quando a jovem Susie Salmon (Saoirse Ronan) é brutalmente assassinada por seu vizinho, George (Stanley Tucci). Agora, presa num local entre o céu e o inferno, a jovem assiste em como a vida de sua família e amigos muda drasticamente após a sua morte. 

O que você faria ao observar uma grande injustiça? Qual seria o comportamento da sua alma?

O roteiro acerta no clima de suspense ao fazer a narradora dizer à plateia que será morta e adiar a cena do assassinato por vários minutos, que se tornam cada vez mais intensos pela expectativa gerada. São particularmente emocionantes e doloridos os momentos em que Susie ainda não sabe que morreu e sai pela cidade em busca de seus pais.

Mostrar visualmente o que acontece após a morte é sempre um desafio complexo e isso foi satisfatoriamente conseguido graças à genialidade de Spielberg. Confira o Trailer e boa pipoca!